terça-feira, 29 de outubro de 2013

É preciso que as ruas sejam devolvidas aos seus verdadeiros donos


29/10/2013
 às 17:09 \ Opinião

Reynaldo-BH: 

Bandidos! Na fantasia de mascarados, na covardia de não assumirem as identidades, no método e principalmente no ROUBO das ruas que nunca foram deles. Instrumentalizados desde o início. Não podemos esquecer que o tal Movimento Passe Livre, quando da primeira manifestação dirigida ao Governo Alckmin, usou punks para barbarizar e aterrorizar a população. O estratagema foi admitido pelos tais líderes do MPL.
Daí ao próximo passo, o caminho foi curto. Sai os punks e entram os bandidos covardes de cara tampada.
O ROUBO das ruas – que em junho e julho foram do povo – é mais um dos cometidos pelos nazifascistas da Era da Mediocridade. No Rio de Janeiro, atacam Sérgio Cabral e esquecem que as obras da Copa são de responsabilidade do Governo Federal.
Em SP, voltam às ruas contra Alckmin e elogiam Haddad pelo aumento extorsivo do IPTU que – será promessa? – financiará para todos o passe livre em ônibus, trens e metro na maior cidade da América Latina. Como se alguma conta pudesse suportar esta ridícula proposição.
Que fique claro: estes bandidos de preto, covardes com as caras cobertas são animais numa manada sem vontade própria nem capacidade de ruminar ideias. São frutos diretos (e diletos) do aparelhamento das manifestações por parte de quem era alvo das mesmas.
Não são contra o estado. São contra Estados da federação que são governados por partidos de oposição. Escolhem alvos secundários em substituição aos verdadeiros responsáveis. Alteram as palavras de ordem.
O povo nas ruas não pediu passe livre em transportes. A palavra de ordem era: “Não é pelos R$ 0,20!”, lembram-se? As manifestações eram contra a impunidade dos mensaleiros, pelo fim da ameaça ao Ministério Público, pela exigência de escolas e hospitais minimamente decentes e pela mudança do que vivemos.
A tentativa primeira (e primária) de se apoderar do movimento por parte do lulopetismo, resultou na expulsão sumária destes manifestantes. Na queima de bandeiras. No nojo declarado e explicitado.
A segunda tentativa está em curso e parece ter funcionado. Atemorizar o cidadão, tirando-o das ruas e das manifestações.
É preciso dar o nome às mulas desta carroça de criminosos. Além da violência física, da agressão vulgar, do vandalismo (que se transforma em furto de lojas), há o ROUBO das ruas. A violência maior.
Devolvam nossas ruas, bandidos mascarados. Juntem-se aos bandidos sem máscaras. Vão para as ruas, mas no subsolo das mesmas.
A terceira tentativa é buscar um cadáver. De preferência em SP, para que o Estado (e a PM) seja estigmatizado como selvagem e assassino. Pouco importa quem seja o assassinado. Contanto – na covardia que demonstram – não seja um deles. De preferência, um popular qualquer, um cidadão sem culpa. São bandidos. E covardes.
Não prego a violência em resposta à violência. EXIJO a aplicação da lei. Sem que a OAB vá defender bandidos em nome sabe-se lá de que. Que o Ministério Público lembre-se que o POVO foi às ruas para garantir a independência do Parquet Público e este não está usando a mesma para o que dele se espera.
Que a imprensa PARE de chamar bandidos de vândalos ou de manifestantes. São BANDIDOS. Em defesa do MEU DIREITO de manifestação, é preciso que as ruas sejam devolvidas aos verdadeiros donos: NÓS!

sábado, 26 de outubro de 2013

Quem é o Verdadeiro FDP?


Franco
Resposta do Presidente  Itamar Franco aos xingamentos de Lula. 
Eis aí a índole medíocre de LULA. Ele é isso aí. Porcaria pura.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O pecador que se nomeou Juiz dos Juízes escapou por pouco de enfrentar a primavera pendurado em embargos infringentes

03/10/2013
 às 9:48 \ Direto ao Ponto

Augusto Nunes

Na festa promovida pela OAB para celebrar o 25º aniversário da Constituição de 1988, que o PT se recusou a assinar no dia da promulgação, o ex-presidente Lula confirmou que, se descobrissem que o governo simpatizava com o calendário gregoriano, os ferozes oposicionistas do século passado proporiam a adoção do calendário chinês. “O PT foi o único partido que, no dia da instalação da Constituinte, entregou um projeto de Constituição”, lembrou o palanque ambulante. “Só tínhamos 16 deputados, mas éramos desaforados como se fôssemos 500″. (Desaforado, como ensina o glossário da novílingua lulopetista, é o adjetivo que se deve aplicar a companheiros carentes de juízo e neurônios, que não resistem à tentação da molecagem irresponsável quando deliberam sobre assuntos relevantes).
“Se a Constituição que a gente apresentou fosse aprovada”, admitiu com o sorriso jocoso de quem retransmite uma previsão de Guido Mantega, “certamente seria ingovernável, porque éramos muito duros na queda”. No glossário da novilíngua, duro na queda é a expressão que designa quem confunde teimosia com coerência, é incapaz de refletir sobre ideias divergentes, rejeita o convívio dos contrários, sonha com o partido único e persegue o poder perpétuo. Há dez anos no controle do governo federal, os devotos continuam tão “duros na queda” quanto nos velhos tempos. O mestre mudou para pior.
Nesta terça-feira, por exemplo, aproveitou o sarau na OAB para proclamar-se Patrono do Judiciário e Controlador-Geral do Supremo Tribunal Federal. Caprichando na pose de Juiz dos Juízes, informou ter descoberto que os ministros devem usar a toga por menos tempo. “Se tudo no país pode ser renovado, por que um juiz tem que ficar a vida inteira?”, comparou. “Eu acho que tem que ter mandato em tudo quanto é lugar, porque senão as pessoas ficam 35, 40 anos”. Ele garante que a nova fórmula “teria outra vantagem: a alternância”. Mas ainda não decidiu se a idade limite para a aposentadoria “vai ser 75 anos ou vai ficar como está”.
O fundador do Brasil Maravilha reiterou que, se pudesse voltar no tempo, corrigiria um dos raríssimos erros que cometeu. “Eu teria mais critério para nomear ministros do Supremo”, penitenciou-se com sotaque de pecador no confessionário. Mais critério, no caso, quer dizer mais desfaçatez, ou nenhuma vergonha. Lula nunca levou em conta os dois pré-requisitos constitucionais que antigamente orientavam o preenchimento de vagas no STF: eram indicados pelo chefe do Executivo e sabatinados pelo Senado apenas juristas dotados de notório saber e reputação ilibada.
Lula sempre indicou (e os senadores engoliram sem engasgos) doutores que lhe pareceram prontos para pagar a toga com a absolvição de bandidos companheiros e cumprir disciplinadamente as determinações do presidente que lhes garantiu o empregão. Com o julgamento do mensalão, descobriu que existem juízes independentes e sem medo. A decepção e o ressentimento induziram o estadista de galinheiro a parir a aberração com que sempre sonharam os bacharéis de porta de cadeia: a Teoria do Mais Critério.
Dos ministros nomeados por Lula, permanecem no STF Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Os dois primeiros não chegariam lá se o chefe do Executivo tivesse seguido a teoria que inventou. O nome de Lewandowski foi soprado por Marisa Letícia, que vivia ouvindo da vizinha elogios superlativos ao filho desembargador. A indicação acabou dando certo, mas o primeiro dos selecionados com mais critério foi Dias Toffoli. Duas vezes reprovado no exame para o ingresso na magistratura, ex-advogado do PT, ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil, ex-chefe da Advocacia-Geral da União, tinha tudo para brilhar como ministro da defesa dos quadrilheiros do mensalão. Bingo.
Lula deveria ser mais amável com juízes que qualifica de “ingratos”, caso do já aposentado Ayres Britto e, sobretudo, de Joaquim Barbosa. Se fossem menos clementes, ambos teriam argumentos de sobra para defender a instalação do ex-presidente no banco dos réus. Os ministros fingiram acreditar que Lula nunca soube de nada que ocorria nas salas ao lado, acima e logo abaixo do gabinete presidencial. Também fingiram nunca ter ouvido o que disse José Dirceu mais de uma vez: “Nunca fiz nada sem a autorização do presidente Lula”.
Se os julgadores optassem por um tratamento menos compassivo, este começo de primavera encontraria o Juiz dos Juízes pendurado em meia dúzia de embargos infringentes. E Dirceu teria muito mais chances de repassar a patente de chefe de quadrilha.

Os brasileiros com vergonha na cara são contra o uso abjeto da miséria

Reynaldo-BH: 

REYNALDO ROCHA
Uma reportagem do jornal Estado de Minas ouviu moradores de Congonhas do Norte, pequeno município que votou em Dilma (80%) e em Aécio para o Senado (90%) e que hoje teria que escolher entre um ou outro. Como previsto, ainda dividido. O que ficou evidente são os argumentos dos que se dizem eleitores de Dilma.
Uma sitiante afirma que votará em Dilma, pois “ela é Lula e Lula nos tirou da pobreza”. Detalhe: recebe R$ 215 ao mês do Bolsa Família. Outro pequeno agricultor afirma que Dilma é melhor “porque com o Bolsa Família eu não preciso trabalhar e posso formar (???) meus filhos”.
Resta alguma dúvida sobre o viés eleitoreiro e escravizante deste que é o programa que mantém o lulopetismo como força política que se pretende hegemônica?
Quem exige uma porta de saída do Bolsa Família não precisa de mais argumentos.
São dez anos de programa assistencialista. Mesmo desprezando ─ somente como exercício cínico ─ o roubo e corrupção que recheiam esse assistencialismo de carteirinha (a Folha lembra os R$ 500 milhões desviados no mesmo período, na área da Saúde sem NENHUMA punição!), resta o uso criminoso de um direito de cidadania que foi (e é) vendido como dádiva de um grupelho.
São nossos impostos. De todos nós. Dos que são lulopetistas ou que são somente democratas. E mesmo dos direitistas raivosos. TODOS contribuímos. Concordando ou não.
A visão de que se saiu da pobreza por ter R$ 215 ao mês (essenciais para que a entrevistada não tivesse como alimento somente sopa de fubá, como ressaltou) é perversa.
A pobreza está na falta de saúde, de renda, de emprego, na educação inexistente e no exercício indigno da cidadania. TODOS estes “detalhes” são substituídos pelo “favor” distribuído pelo ESTADO. E nunca pelo partido.
O assistencialismo é necessário. Nenhuma corrente ideológica, no Brasil, irá propor que as mulheres percam o direito ao voto. É conquista secular. O Bolsa Família (nascido com FHC e formatado por Lula) é conquista. Não se admite ─ mesmo em nome de um suicídio político ─ um retrocesso.
O que enoja é o uso do programa. A redução de miseráveis a miseráveis dependentes. A obrigação do Estado transformada em benesse partidária. E a falta ─ como em tudo que o PT faz ─ de um planejamento sério e honesto. Qual a porta de saída? Que incentivo se dá para que não se dependa mais de uma renda mínima?
A resposta está no segundo depoimento. O lavrador diz que pode deixar de trabalhar porque ─ mesmo assim ─ poderá formar os filhos.
Formar? Em quê? Em novos dependentes do Bolsa Família? Já não estamos na terceira geração de beneficiários? Avós, mães e filhas?
E um homem em idade produtiva, pequeno sitiante, prefere o não fazer substituído pela esmola. (“Mas, doutô, uma esmola a um homem qui é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”).
É este o legado do Bolsa Família passados dez anos: um número maior de beneficiários. Ou seja, a miséria aumentou.
A sensação de ter saído da pobreza impede que as pessoas tenham consciência de que ela se manifesta nas filas de hospitais, na escola com carteiras improvisadas e telhados de palha, ou na submissão aos desejos e ordens dos poderosos.
Ou seria o que “vicia o cidadão”, como no exemplo de quem desistiu do trabalho?
O mais cruel é o que liga o DIREITO ao FAVOR. Isso faz com que o que nossos impostos sejam usados neste programa (e eu admito que assim seja, em outro formato), como se fosse dádiva de uma camarilha que certamente contribui menos que o brasileiro médio para essa ação assistencial. Eles são especialistas em roubar o que se destina ao programa.
Que fique claro: ninguém é contra o assistencialismo que combate a fome e a miséria.
Os brasileiros com vergonha na cara são contra o uso abjeto da miséria como cerca de um deprimente curral eleitoral. São contra o bando que precisa da perenização da desgraça para tentar manter-se no poder

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Curta e Grossa



Do nosso aguerrido articulista Humberto de Luna Freire Filho:

“O país está de cabeça para baixo. Se você for filiado ao PT: roube o erário, que o governo garante; mate, que os direitos humanos garantem; invada propriedades privadas, que o STF garante; seja político ficha suja, que a legislação e o congresso garantem; destrua o patrimônio público, que a polícia garante; importe cocaína, que Evo Morales garante. E se você tem algum amigo bandido morando no exterior, convide-o para vir morar nesse paraíso tropical, o ministro da justiça garante”.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.

(ARNALDO JABOR)

O que foi que nos  aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis,  ou  melhor,
'explicáveis' até demais.
Quase toda a verdade já foi  descoberta, quase todos os crimes
provados, quase todas as mentiras  percebidas.
Tudo já aconteceu e quase nada acontece. Parte dos culpados  estão
catalogados, fichados, processados e condenados e quase nada  rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe, tais são  as
manobras de procrastinação, movidas por um sem número de agentes  da
quadrilha. Isto é uma situação inédita na História   brasileira!!!!!!!
Nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no  entanto, tão
inútil, impotente e desfigurada!!!!!!!!
Os fatos reais  mostram que, com a eleição de Lula, uma quadrilha se
enfiou no governo, de  cabo a rabo da
máquina pública e desviou bilhões de dinheiro público para  encher as
contas bancárias dos quadrilheiros e dominar o Estado  Brasileiro,
tendo em vista se perpetuarem no poder, pelo menos, por 70  anos, como
fizeram os outros comunas, com extinta UNIÃO  SOVIÉTICA!!!!
Grande parte dos culpados, já são conhecidos, quase tudo  está
decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os  tapes,
as provas irrefutáveis, mas os governos psicopatas de Lula e  Dilma
negam e ignoram tudo!!!!!
Questionado ou flagrado, o psicopata  CHEFE, não se responsabiliza por
suas ações.
Sempre se acha inocente ou  vítima do mundo, do qual tem de se vingar.
O outro não existe para ele e  não sente nem remorso, nem vergonha do
que fez!!!!!
Mente,  compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir
o poder.  Estes governos são psicopatas!!! Seus membros riem da
verdade, viram-lhe as  costas, passam-lhe a mão nas nádegas. A verdade
se
encolhe, humilhada,  num canto. E o pior, é que a dupla Lula-Dilma,
amparada em sua imagem de  'povo', consegue transformar a Razão em
vilã, as provas, em acusações   'falsas', a condição de Cúmplices e
Comandantes, em 'vítimas'!!!!!
E a  população ignorante e alienada, engole tudo.. Como é possível  isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca a maioria dos crimes,  na
Fortaleza da lentidão e da impunidade, a exceção do STF, que, só  daqui
a seis meses, na melhor das hipóteses, serão concluídos os  julgamentos
iniciais da trupe, diz o STF.
Parte dos delitos são  esquecidos, empacotados, prescrevem, com a ajuda
sempre presente, dos  TÓFFOLIS e dos LEVANDOWISKIS.  (Some-se à estes dois:          Barroso, Teori Zawaski e Rosa Weber.)                                                      
A Lei protege os crimes e regulamenta a  própria desmoralização.
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se  inúteis, pois a
indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o  que
escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da
mentira  desses últimos dois governos.
Sei que este, é um artigo óbvio, repetitivo,  inútil, mas tinha de ser escrito...
Está havendo uma desmoralização do  pensamento.  Deprimo-me:
Denunciar para quê, se indignar com quê?  Fazer o quê?'
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a  nossa língua.
Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os  raciocínios.
A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV,  rádio,
tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
A cada  negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação
de que as  idéias não correspondem mais aos fatos!!!!!
Pior: que os fatos não são nada  - só valem as versões, as manipulações.
Nos últimos anos, tivemos um grande  momento de verdade, louca,
operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o  Roberto Jefferson
abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de  nossa
política.
Depois, surgiram dois grandes documentos históricos: o  relatório da
CPI dos Correios e a Denúncia do Procurador-geral da  república,
enquadrando os 39 quadrilheiros do escândalo do MENSALÃO. Faltou  o
CHEFÃO.
São verdades cristalinas, com sol a Pino.
E, no entanto,  chegam a ter um sabor quase de 'gafe'.
Lulo-Petistas clamam: 'Como é que o  Procurador Geral, nomeado pelo
Lula, tem o desplante de ser tão claro! Como  que o Osmar Serraglio
pode ser tão explícito e, como o Delcídio Amaral não  mentiu em nome do
PT ? Como pode ser tão fiel à letra da Constituição, o  infiel Joaquim
Barbosa ? Como ousaram ser tão honestos?'
Sempre que a  verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de  exibicionista'. Quando
apareceu aquela grana toda, no Maranhão, a família  Sarney reagiu
ofendida com a falta de 'finesse' do governo de FH, que não  teve a
delicadeza de avisar que a polícia estava
chegando....
Mas  agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido.
Assim  como o stalinismo
apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus  crimes, o governo
de Lula, foi criando uma língua nova, uma neo-língua  empobrecedora da
ciência política. Uma língua esquemática, dualista,  maniqueísta, nos
preparando  para o futuro político simplista, que  está se consolidando
no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será  transformada em uma massa de
palavras de ordem , de preconceitos  ideológicos movidos a dualismos e
oposições, como tendem a fazer o  Populismo e o Simplismo.