O Supremo Tribunal, em decisão unânime e histÓrica, afirmou que as chamadas “Marchas da Maconha” são legais, pois não se pode proibir a realização de protestos ou caminhadas em prol da descriminalização do uso de drogas. O Estado não pode proibir a livre manifestação dos cidadãos:
- “A manifestação é um direito e não apologia ao crime”.
1. - O presidente do STF, ministro Cezar Peluso, disse no seu voto :
- “O governo não pode proibir expressões verbais ou não verbais apenas porque a sociedade as repute desagradáveis, ofensivas e contrárias ou incompatíveis com o pensamento dominante.”
TODOS
2. - O relator, ministro Celso de Mello : - “Nada se revela mais nocivo e perigoso que a pretensão do Estado de proibir a livre manifestação O pensamento deve ser livre, sempre livre, permanentemente livre”.
3 – Ministro Marco Aurélio Mello: “Liberdade de expressão não é apenas o direito de falar aquilo que as pessoas querem ouvir. A liberdade existe para proteger manifestações que incomodam agentes públicos e privados, capazes de mudar opiniões.”
4 – Ministro Ayres de Britto : “Nenhuma lei pode se blindar contra a discussão de seu conteúdo, nem a Constituição está livre de questionamento. É lícito discutir qualquer tema. Tudo é franqueado ao ser humano no uso de sua liberdade de pensamento.”
5 – Ministra Ellen Gracie: “Sinto-me aliviada de que a minha liberdade de pensamento esteja garantida”.
MARINOR
A decisão do Supremo, lúcida e oportuna, chega a tempo,na hora em que o Conselho de Ética da Camara, numa patuscada, só para fazer charme com partidecos histéricos e ONGs vadias, acusa de “falta de decoro” e propõe punições ao deputado Jair Bolsonaro, do Rio, por “ofensas à senadora Marinor Brito, do Pará, e declarações homofóbicas”.
É a historia de gol de mão ou em impedimento. Depois que se inventou a filmagem, a gravação, não adianta conversa fiada.É rever o fato.
O deputado estava distribuindo nos corredores do Congresso um folhetim contra uma cartilha do Ministério da Educação sobre “homossexualismo e pluralidade sexual”, que a senadora defendia como “ensino nas escolas” e ele acusava de ser “defesa do homossexualismo nas escolas”.
BOLSONARO
A TV mostrou tudo na hora : em determinado instante, ela avançou sobre o deputado, empurrou-o,deu-lhe um tapinha na mão,tomou o boletim, chamando-o de “homofóbico”. Ele respondeu que ela era “heterofóbica”.
Longe de chegarem aos tapas. Tudo conforme o Supremo defendeu como “liberdade de expressão”, que é sagrada. Não é por achar que a cartilha da Marinor está certa e o boletim do Bolsonaro errado, que vou querer cassa-lo. Para mim, muito mais grave é ele continuar defendendo o golpe de 64.
Estão querendo repetir a velha piada do frances, de volta de Londres:
- Na primeira vez em que fui lá, o homossexualismo era proibido. Na segunda, já era tolerado.Não volto lá, com medo de agora virar obrigatório.
Por SebastiãoNery
quarta-feira, 22 de junho de 2011
É um epitáfio.
SARNEY
Sarney gastou uma fortuna para a jornalista Regina Echeveria escrever e a editora portuguesa Leya publicar “Sarney, a Biografia”.
Terça-feira, no Globo, Ancelmo Gois o destruiu em duas frases:
- “Dos 50 municípios mais pobres do pais, 32 estão no Maranhão. Sai pesquisa entra pesquisa e uma coisa não muda no Brasil : o Maranhão de Sarney continua o mais pobre dos pobres”.
É um epitáfio.
Sarney gastou uma fortuna para a jornalista Regina Echeveria escrever e a editora portuguesa Leya publicar “Sarney, a Biografia”.
Terça-feira, no Globo, Ancelmo Gois o destruiu em duas frases:
- “Dos 50 municípios mais pobres do pais, 32 estão no Maranhão. Sai pesquisa entra pesquisa e uma coisa não muda no Brasil : o Maranhão de Sarney continua o mais pobre dos pobres”.
É um epitáfio.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Ei, polícia, pedofilia é uma delícia!
“Ei, polícia, pedofilia é uma delícia!” Isso pode ou não pode, senhores ministros do STF??? Ou: Nasce um Poder discricionário
O que o país precisa saber, desde ontem, é quais crimes, em nome da liberdade de expressão, podem ser defendidos em praça púbica e quais não podem. Sempre se entendeu que o conteúdo do Artigo 287 do Código Penal — o que pune a apologia de prática considerada criminosa — estava dado no próprio Código Penal. Agora, não mais.
Se é possível dizer na praça, em nome da liberdade de expressão, “Ei, polícia, maconha é uma delícia”, por que não se pode dizer: “Ei, polícia, pedofilia é uma delícia”? Aí grita o imbecil, depois de expelir a fumaça, com o juízo já tomado pelos fumos da idiotia: “Você está comparando o maconheiro a um pedófilo?” Não!!! Não estou!!! Não quero contato nem com um nem com outro, mas não estou.
Eu estou afirmando que se trata, nos dois casos, de apologia de conduta criminosa. O tribunal está obrigado a dizer por que um pode e por que o outro não. O tribunal está obrigado a dizer qual é a hierarquia dos crimes e quais podem ser objetos de apologia e quais não podem.
A COISA TÁ FEIA. E VAI FICAR PIOR.
Por Reinaldo Azevedo
O que o país precisa saber, desde ontem, é quais crimes, em nome da liberdade de expressão, podem ser defendidos em praça púbica e quais não podem. Sempre se entendeu que o conteúdo do Artigo 287 do Código Penal — o que pune a apologia de prática considerada criminosa — estava dado no próprio Código Penal. Agora, não mais.
Se é possível dizer na praça, em nome da liberdade de expressão, “Ei, polícia, maconha é uma delícia”, por que não se pode dizer: “Ei, polícia, pedofilia é uma delícia”? Aí grita o imbecil, depois de expelir a fumaça, com o juízo já tomado pelos fumos da idiotia: “Você está comparando o maconheiro a um pedófilo?” Não!!! Não estou!!! Não quero contato nem com um nem com outro, mas não estou.
Eu estou afirmando que se trata, nos dois casos, de apologia de conduta criminosa. O tribunal está obrigado a dizer por que um pode e por que o outro não. O tribunal está obrigado a dizer qual é a hierarquia dos crimes e quais podem ser objetos de apologia e quais não podem.
A COISA TÁ FEIA. E VAI FICAR PIOR.
Por Reinaldo Azevedo
sexta-feira, 10 de junho de 2011
FOGO AMIGO - MUI AMIGOS!!!!
A Preseidente Dilma que no fim das contas não governa o país em sua plenitude, já sente as animosidades partidária dentro da sigla que lhe elegeu, ela pode ir tocando com essa pastosa mediocridade, agora, governar o PT, onde não apita nada é outra coisa. E há muitos descontentes dentro do PT. Qualquer um que conheça um pouquinho os bastidores da política sabe que foi o fogo amigo que derrubou Antonio Palocci. As oposições não tinham interesse na sua queda. Ao contrário: viam nele um interlocutor confiável. Foram as aspirações contrariadas das muitas corporações de ofício que derrubaram o agora ex-chefe da Casa Civil.
A CASA COMEÇOU A CAIR!
AGUARDEM!
A CASA COMEÇOU A CAIR!
AGUARDEM!
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